1/2 Maison, House, Casa




Ao folhear esta relíquia da literatura contemprânea, fiquei algo desolado com a constatação de que o doce preferido do Manuel Luís Goucha não marcava presença neste livro. Fui encontrá-lo, ao invés, na revista "Lux" n.º 445.

Este doce tem o nome de Rui Oliveira e não se sabe que ingredientes leva e qual o modo de confecção. Isso caberá ao Manuel Luís explorar...

Ou seja, não está frio nem está calor.
Para além do chorrilho de diatribes e impropérios lançados ao Partido Social Democrata (PSD) pelo qual foi eleito para a Câmara Municipal de Santarém, Francisco Moita Flores espanta o mundo com duas revelações - que é estúpido e que não entende nada de política.
Perdão, afinal é apenas uma revelação. Que é estúpido já toda a gente sabia. Ora que não entende nada de política, já é mais discutível. Este "opinion-maker" que parece ter parecer e sapiência sobre tudo, aparentemente, não faz a menor ideia de como se actua na política.
Engraçado, não deveria ser uma das condições para se ser autarca e, não tanto, autor de séries de época/séries policiais/séries sobre tudo e mais alguma coisa?
N.R. Verdade seja dita, era um fervoroso espectador da telenovela "Desencontros" (gostei particularmente do papel desempenhado pelas botas do Luís Esparteiro, pela barba do Ricardo Carriço e pela parvoíce da Sofia Alves) que passa actualmente na RTP Memória e que me fez sonhar em um dia poder vir a ser um inspector da Polícia Judiciária. Ou o gajo que vendia cautelas. Ou um gajo que estava atrás de um balcão de uma casa de pasto.

Depois deste episódio, decidi investigar um pouco. Procurei um dicionário em busca de definições:
"Bufa" - ventosidade que sai pelo sem ruído pelo ânus e que tem cheiro desagradável;
"Peido" - ventosidade sonora expelida pelo ânus;
"Traque" - estrépito (estrondo) produzido pela saída de ventosidades expelidas pelo ânus.
Estou constipado. Estou com pingo no nariz. Não tenho qualquer noção dos aromas que me rodeiam. À boa maneira "Pinto Da Costesca", sinto-me na obrigação de ter alguém a eliminar à minha volta, qualquer vestígio residual de eventuais cheiros que produza através de ventosidades produzidas pelo meu ânus.

Está bem que o moço tem dotes pantagruélicos e confecciona excelentes pratos à base de chouriço mas, continua a existir aqui um "piquinho"...

Serei eu o único a achar que o Nuno Eiró tem um formato de cabeça... estranho?...


Consultou-se o DSM-IV-TR (Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais) e, de facto, todas as enumerações feitas, correspondem a uma Perturbação Bipolar II (episódios depressivos major recorrentes com episódios hipomaníacos).
Ora, como é sabido, sujeitos com este tipo de distúrbio, podem envolver-se em actividades que podem ter consequências desagradáveis, como é, por exemplo, envolverem-se em gastos extravagantes, o que parece ser o caso do senhor em questão. É revelado que o senhor, aquando dos dois desaparecimentos, foi encontrado no Minho e na Madeira. A Madeira ainda se entende - Alberto João Jardim, Poncha, o sotaque... Agora o Minho? Minho?? Eu que não sofro de bipolaridade (bem, ainda se está para provar), tenho mais tendências excêntricas que este sujeito. A mim, se me apanhassem (o que não seria difícil pois ocupo muito espaço e sou bem visível), seria mais ali para os lados da Suécia ou da Noruega. Gosto de frio e de pouca luz.
De qualquer das maneiras, aqui fica a solicitação para, caso alguém saiba do Sr. José, informem as autoridades competentes. Não somos a RTP, mas gostamos de praticar o bem (sem olhar quem).


Juro que notei umas pinceladas naqueles sapatos. Este facto deixou um pêlo do pincel num dos sapatos. Uma sugestão: não seria mais fácil colocar os pés numa lata de tinta de 50 litros?
N.R. Um abraço ao meu amigo Toni por me ter deixado tirar as fotos e por me ter oferecido os sapatos que, educadamente declinei. De qualquer das formas, bem-hajas!

Pode até não ter qualquer relação com a última referência mas, não deixa de ser ESTRANHO que, em página anterior do impoluto e imaculado semanário, venha este assunto:

Já diz o povo e com razão - para grandes males, grandes remédios. Eu sei que é um produto "natural" mas, não sei se será uma boa ideia recorrer ao Pau de Cabinda (salvo seja) de alguém que o vende através de anúncio de jornal e, para além disso, comete a proeza e intrepidez de separar o sujeito do predicado com uma vírgula e escrever "sesual" (seja lá isso o que for).

N.R. São pérolas destas que me fazem comprar semanalmente este prestigiado jornal apesar de recorrer a luvas para manusear as suas folhas, pois tenho sempre a sensação que algo se pega a mim, não sabendo quem é o responsável pelo jornal. Nunca sabemos com quem lidamos. É o mundo em que vivemos... É o tempo em que estamos...

Tem, num entanto, um senão. Deve ser de difícil utilização. No verso da embalagem, a empresa produtora, coloca mesmo uma espécie de "manual de instruções" para quem não está à vontade com o manuseamento, o que poderá explicar a pouca adesão.
Não é nestas alturas que se deve dar graças a Deus por ser Homem? Penso que sim... Não sei se estaria disposto a utilizar uma solução peniana com objectos semelhantes aos saídos de uma câmara de tortura do tempo da Inquisição e que fossem capaz de introduzir uma nova coloração testicular.
Não que isso não aconteça... De vez em quando, com o tipo de roupa interior que utilizo, para além dos meus testículos estarem reduzidos a um amendoim torrado, o suor que escorre do rabo para a região do pénis, provoca um cheiro desagradável. Este acontecimento agrava-se quando suo ou, quando limpo mal o rabo.
Mas para isso, utilizo o velhinho sabão azul e branco:
Mas, para alguém como eu, que tem a sorte de ter amigos que estudam escalas e testes psicológicos no espaço de tempo que medeia uma feijoada com um banho no mar profundo (ou piscina algarvia), este homem não passa de um embuste que vagueia pelos corredores da mais nobre universidade de Portugal, tentando passar despercebido. Isto porquê? Pois caso não tenha reparado (como se isso fosse possível quando se faz a rotação varimax), foi preciso que alguém dos Olivais detectasse um erro básico na construção de uma escala e que poderá influenciar e colocar em risco o futuro de toda a humanidade!
Mais! Quando contactado para que tivesse a fineza de disponibilizar a dita escala, este homúnculo, teve a displicência de dizer que não o poderia fazer, uma vez que o original tinha sido dado a comer a um dos seus pacientes com distúrbios psiquiátricos, num ataque feroz de tricotilomania, tudo porque o dito professor, tinha o Fernando Couto desenhado numa das folhas.
Curiosamente, oriundo da mesma cidade e, ao contrário deste último, o que se segue, emprestou a sua magnífica voz ao fado de Coimbra, numa tentativa desesperada de pôr fim ao regime com o timbre da sua voz. Não foi preciso muito para que aquela barba se deslocasse da direita para a esquerda e, tanto Manuel Alegre, como Almeida Santos, tivessem delineado uma tentativa de fuga para o estrangeiro.
Engraçado, já morei numa rua que tinha o nome deste senhor... No Laranjeiro... Não sei o que terá sido pior - ter morado numa rua com o nome de Adriano Correia de Oliveira ou, simplesmente, ter vivido no Laranjeiro, perto do "Bairro do Rato"... De qualquer das formas, era bom passar pela taberna da "Ti Rosa", para ir buscar o meu pai.